quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Fragata Rademaker foi modernizada pela Marinha

Fragata Rademaker


Em dezembro de 2012, na fase final do Período de Manutenção Geral (PMG) e de revitalização, sob o Controle Operativo do Diretor-Geral de Material da Marinha, Almirante-de-Esquadra Arthur Pires Ramos, a Fragata “Rademaker” (F49) concluiu, com sucesso, suas Experiências de Máquinas.

Durante esse período, além da revisão das turbinas de propulsão, geradores e de diversos equipamentos e sensores de bordo, foram instalados o sistema de mísseis antinavio EXOCET MM-40, novos sistemas de comunicações por satélite, um novo radar de navegação, assim como foram nacionalizados, com apoio do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), importantes itens dos sistemas de combate.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Embraer amplia atuação para reduzir risco

AW 101


A criação de uma joint venture entre a Embraer e a companhia de helicópteros AgustaWestland, controlada pelo grupo italiano Finmceccanica, anunciada ontem, é mais uma demonstração do plano estratégico de diversificação de atividades da fabricante brasileira.

A empresa quer expandir seus negócios e reduzir o risco no segmento de aviação comercial, que tem diminuído sua participação na receita global da companhia. Em 2012, o backlog da companhia (número de pedidos firmes) registrou o menor nível desde 2005, com US$ 12,5 bilhões.

A política de diversificação teve início em dezembro de 2010, com a criação da Embraer Defesa e Segurança, e foi sendo ampliada com os novos negócios nessa área, como o novo avião KC-390, radares, sistemas de defesa, veículos aéreos não tripulados e satélites. Para colocar em prática os novos projetos, a Embraer adquiriu participação nas empresas OrbiSat, Atech e AEL Sistemas. Esta última, controlada pelo grupo israelense Elbit.

"A diversificação de atividades é um caminho natural dentro do processo de crescimento da companhia em outras áreas. O objetivo final de tudo isso é a expansão da área de atuação da Embraer, hoje bastante focada na aviação comercial", disse um executivo da empresa. A criação de novos produtos para a aviação executiva (Legacy 450 e 500), a retomada da produção de jatos executivos na China e a abertura de duas fábricas em Portugal, segundo ele, também integram as ações de expansão dos negócios da Embraer no mundo.

O acordo entre a fabricante brasileira e a AgustaWestland, segundo informou a Embraer, pode levar à produção dos helicópteros da marca italiana no país, tanto para o mercado comercial quanto militar no Brasil e na América Latina.

Segundo uma fonte ouvida pelo Valor, um dos focos da nova empresa são os mercados militar e de segurança pública, hoje dominado pela Helibras, fabricante de helicópteros no Brasil e controlada pelo grupo francês Eurocopter.
A 129
Entre os negócios que chamam a atenção dos fabricantes de helicópteros atualmente é a concorrência da Marinha brasileira, que prevê a aquisição de 24 helicópteros multimissão para substituir a sua frota de Esquilo até 2015. Segundo o Valor apurou, a Marinha já enviou os pedidos de proposta para as empresas interessadas.

Há 35 anos no Brasil, a Helibras detém a liderança em todos os mercados onde atua, sendo 80% no segmento de segurança pública, 66% no militar e 48% no mercado civil. O presidente da empresa, Eduardo Marson, disse que não teme a concorrência, pois não é fácil chegar ao estágio em que se encontra a Helibras hoje, com mais de 700 helicópteros produzidos no Brasil, inclusive com alto valor agregado, como o modelo EC 725, que está sendo fornecido para as Forças Armadas.

"Competição é competição, mas esperamos que as regras sejam válidas para todos. O valor agregado dos nossos helicópteros é medido pelo BNDES ", afirmou Marson, referindo-se ao projeto de nacionalização do 725.

A decisão da Embraer de entrar no mercado de helicópteros, segundo o executivo, não afeta os planos da Helibras de continuar investindo no Brasil e muito menos de prosseguir com o projeto de um centro de engenharia que vai permitir ao país projetar um helicóptero nos próximos seis anos.

A Helibras investiu R$ 420 milhões na construção de uma nova fábrica em Itajubá (MG) para atender à produção de helicópteros para as Forças Armadas Brasileiras e também para a modernização da frota de helicópteros do Exército. O número de funcionários será multiplicado por quatro e em 2015 chegará a mil.

Questionada sobre a escolha da AgustaWestland para fazer uma parceria na área de helicópteros, a Embraer informou que "está sempre avaliando oportunidades na indústria aeronáutica que incluam também a transferência de tecnologia, e entende que há oportunidades no Brasil e na América Latina para os produtos AW".

A empresa comentou ainda que considera a AgustaWestland uma parceira confiável, com uma série moderna e abrangente de produtos, tecnologia e soluções para atender às diversas exigências de toda a região.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Instituto de Aeronáutica e Espaço realiza novo ensaio do projeto VANT

VANT Acauã


O Projeto DPA-VANT (Sistema de Decolagem e Pousos Automáticos para Veículos Aéreos Não Tripulados) realizou, em 16 de dezembro de 2012, a Operação DPA 3, com ensaio de corrida do Protótipo 03 do VANT Acauã na pista do Aeroporto de São José dos Campos. Os objetivos da operação foram a verificação da nova configuração da plataforma de voo (sistema elétrico e barramento de dados CAN-Aerospace), a verificação de novas funcionalidades do software embarcado e da Estação de Solo, a aquisição de dados adicionais para a identificação de parâmetros de corrida no solo e os testes preliminares de nova unidade de dados anemométricos, do laser altímetro e do DGPS.

Foi emitido um NOTAM ("Notice to Airmen") que interditou a pista no horário da execução do ensaio, durante o período da manhã, visando à segurança da operação.

VANT Acauã
Foram realizadas, com sucesso, três corridas com velocidades de 30, 40 e 60 km/h. Cerca de 30 pessoas participaram do ensaio, incluindo integrantes do IAE/ASA, IAE/AIE, equipe SAR do IAE, CTEx, DTCEA-SJ e INFRAERO.

Em 25 de outubro de 2012 foi realizada a Operação DPA 2, também com ensaios de corrida na pista do Aeroporto de São José dos Campos

Fotos da Operação DPA 3 são apresentadas a seguir. O crédito das fotos é do Cap QEM Eduardo Bento Guerra e do 2S BFT Thales Klen Carrijo.


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

LAS: Apenas 20 unidades serão compradas?

Super Tucano

Os planos de Obama de apressar a saída do Afeganistão podem afetar o projeto da Embraer de vender para a força aérea americana aviões de combate leve, para uso na região.

Esta compra é aquela que foi ganha pela empresa brasileira, no final de 2011, e anulada, em seguida, graças ao lobby dos políticos de Kansas, muitos deles financiados pela Hawker Beechcraft, derrotada na disputa.

Segue...

O processo de compra dos caças está atrasado há uns 20 meses. Nesse período, a Casa Branca avançou na ideia de bater em retirada do Afeganistão.

Com isso, teme-se que a encomenda se restrinja a apenas 20 aviões.

Fonte: Site do Exercito


quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Marinha recebe três novas Viaturas Blindadas Especiais Sobre Rodas “Piranha IIIC"

Piranha IIIC

Nas instalações do Centro Tecnológico do Corpo de Fuzileiros Navais, foram recebidas mais três novas Viaturas Blindadas Especiais Sobre Rodas 8x8 “Piranha IIIC”, todas na versão Transporte de Pessoal (VBTP). Com a entrega, completa-se o total de 21 viaturas da família “Piranha IIIC”, já incorporadas ao acervo do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN). Ressalta-se que, em janeiro de 2013, ainda será recebida mais uma VBTP pertencente a esse lote, elevando este número para 22 viaturas.

O processo de recebimento ocorreu utilizando, pela primeira vez, a capacidade da ponte rolante de 40 toneladas, das instalações da Divisão de Motomecanização daquele Centro Tecnológico do CFN, para suspender as viaturas dos seus respectivos Flat Rack (contêiner aberto).

As viaturas foram submetidas à inspeção de funcionamento de sistemas, equipamentos e ferramental orgânico. Também foram realizadas inspeções e contagem dos sobressalentes integrantes do contrato de aquisição.

As três VBTP estão equipadas com a nova estação reforçada com uma cúpula (Over Head Protection Cupolla - OHPC). Esta estação segue a mesma proteção balística que a versão anterior, no escudo (parte inferior) – Nível 2 (7,62mm perfurante), e na parte superior apresenta Nível 1 (7,62 mm comum) - referência STANAG 4569.

A OHPC visa a dar maior segurança ao comandante da viatura, que cumpre também a tarefa de atirador, principalmente em Operações Militares em Área Urbana (OMAU), onde os elementos da Força Adversa podem estar muito próximos das tropas, inclusive escondidos nos andares superiores das edificações e em condições de realizar disparos sobre as viaturas “de cima para baixo”. Com o intuito de aumentar sua visibilidade, a estação possui seis janelas balísticas.

Uma dessas três viaturas possui, adicionalmente, a capacidade de operar uma lâmina anti-obstáculos (Straight Obstacles Blade – SOB). Tal equipamento é muito útil em operações de controle de distúrbios civis e em situações onde haja obstáculos que possam dificultar a progressão da coluna mecanizada, como por exemplo, as barricadas enfrentadas pelo Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais-Haiti em abril de 2008.

A SOB é um equipamento de fácil remoção e instalação, do tipo “plug and play”. Esta flexibilidade permite o uso racional do equipamento e a economia de meios na realização das tarefas.

O processo de recebimento foi iniciado em 2007 e estará concluído no ano 2014, ao final do qual o Corpo de Fuzileiros Navais irá dispor de 30 viaturas Piranha.

Fonte: http://www.mar.mil.br/nomaronline/indexNew.html

sábado, 5 de janeiro de 2013

Brasil compra lanchas de patrulha fluvial da Colômbia

LPR-40
Lanchas de patrulha fluvial LPR-40

O governo colombiano vendeu ao Brasil quatro lanchas de patrulha fluvial LPR-40 por um montante superior a US$ 8 milhões [cerca de R$ 16 milhões], informou o Ministério da Defesa da Colômbia.

O Cotecmar, estaleiro colombiano onde é fabricado este tipo de embarcação, destacou que os barcos são "lanchas rápidas de 12,7 metros de comprimento, alcançam uma velocidade máxima de 27 nós e contam com uma capacidade de reação rápida e fácil acesso a lugares com limitações de espaço e profundidade".

As embarcações farão parte da frota da Marinha e do Exército brasileiro, informou um comunicado oficial. O Ministério explicou que "esta é a primeira vez" que o estaleiro colombiano "realiza uma venda de suas embarcações a forças militares de outro país".

— Esta venda é o reconhecimento do desenvolvimento e das capacidades da indústria de defesa do país e constitui um avanço na consolidação de uma base industrial de defesa na América do Sul.

Fonte: http://noticias.r7.com/brasil/brasil-compra-lanchas-de-patrulha-fluvial-da-colombia-28122012

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Helicóptero do Corpo de Bombeiros cai no mar

helicóptero Águia


Bombeiros faziam salvamentos na praia quando aconteceu o acidente. A praia de Copacabana estava cheia e o helicóptero foi acionado para fazer o salvamento de um rapaz que se afogava. Quando estava perto da água, a aeronave sofreu uma pane e afundou rapidamente.

Helicóptero que afundou em Copacabana é retirado do mar 


O helicóptero Águia do Grupamento Aeromarítimo do Corpo de Bombeiros que afundou na tarde de sábado (29) foi retirada do mar de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, na altura do posto 3. A retirada foi concluída na madrugada de domingo (30). Os bombeiros investigam as causas do acidente.

Boias foram usadas para o resgate da aeronave. Uma hélice quebrada foi encontrada. Todo material retirado do mar foi levado para o aeroporto de Jacarepaguá, na zona oeste, para ser analisado.

Quatro bombeiros que estavam a bordo tiveram escoriações leves e foram socorridos no local. Em seguida, eles foram levados para hospitais da região. Os militares passavam bem às 17h30.

No momento do acidente, o helicóptero resgatava um banhista que havia se afogado no mar. A vítima também teve escoriações leves e foi socorrida no local.

A praia estava lotada no momento do acidente e muitos banhistas se concentravam à beira-mar para tirar fotos e assistir ao salvamento dos bombeiros. Dois barcos foram usados para o resgate dos militares.
Veja o momento da queda:



Fonte: http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/helicoptero-que-afundou-em-copacabana-e-retirado-do-mar-20121230.html
http://noticias.r7.com/videos/helicoptero-do-corpo-de-bombeiros-cai-no-mar-de-copacabana-rj-/idmedia/50df69d1b61c8de927a332db.html