sexta-feira, 31 de maio de 2013

Brasil revitaliza carros de combate Urutu e Cascavel do Suriname


Urutu

Desembarcam em meados de junho, no Suriname, os dois primeiros carros de combate revitalizados pelo Brasil para serem utilizados pelas Forças Armadas daquele país. A iniciativa, resultado do fortalecimento das relações bilaterais estabelecidas com os vizinhos de continente, é parte do compromisso assumido pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, em visita ao contraparte surinamês, Lamuré Latour, em setembro do ano passado, na capital Paramaribo.

Na viagem, Amorim sublinhou o interesse brasileiro em ampliar as oportunidades de cooperação militar com os países do cone norte, que classificou como parceiros importantes na construção de uma comunidade de segurança na América do Sul.

As viaturas brasileiras Urutu, fabricadas pela extinta Engesa, foram inteiramente recuperadas pela empresa Universal Imp. Exp. e Com. Ltda, sob supervisão da Diretoria de Material do Exército. Os veículos serão transportados ao país de destino por navio da Marinha do Brasil – mesma embarcação que realiza viagens de apoio logístico às tropas da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah).

Além da modernização, a parceria prevê o apoio brasileiro à revitalização de dois blindados Cascavel surinameses, também produzidos pela Engesa, e capacitação para a autossuficiência do país vizinho em sustentabilidade logística. No caso dos Cascavel, a revitalização acontece no Parque Regional de Manutenção da 1ª Região Militar, no Rio de Janeiro.

A modernização dos carros de combate (Urutu e Cascavel) tem um custo aproximado de R$ 2 milhões e é uma das ações com as quais o Brasil busca estimular a participação do Suriname no processo de integração em defesa na América do Sul.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Brasil perdoa US$ 900 milhões em dívidas de países africanos

Dilma Rousseff durante encontro com o presidente do Congo, Denis Sassou-Nguesso
O governo brasileiro anunciou que vai cancelar ou renegociar cerca de US$ 900 milhões em dívidas de países africanos, em uma tentativa de estreitar as relações econômicas com o continente.

Entre os 12 países beneficiados estão o Congo-Brazzaville, que tem a maior dívida com o Brasil - cerca de US$ 350 milhões, Tanzânia (US$ 237 milhões) e Zâmbia (US$113 milhões).

As transações econômicas entre Brasil e África quintuplicaram na última década, chegando a mais de 26 bilhões no ano passado.

O anúncio foi feito durante a visita da presidente Dilma Rousseff à África - a terceira em três meses - para participar, na Etiópia, do encontro da União Africana para celebrar os 50 anos da instituição.

Além dos três países já citados, também serão beneficiados Senegal, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Gabão, República da Guiné, Mauritânia, São Tomé e Príncipe, Sudão e Guiné Bissau.

'O sentido dessa negociação é o seguinte: se eu não conseguir estabelecer negociação, eu não consigo ter relações com eles, tanto do ponto de vista de investimento, de financiar empresas brasileiras nos países africanos e também relações comerciais que envolvam maior valor agregado', disse Dilma. 'Então o sentido é uma mão dupla: beneficia o país africano e beneficia o Brasil.'

Estratégia

De acordo com o porta-voz de Dilma, Thomas Traumann, quase todas as negociações envolvem cancelamento das dívidas. O restante, segundo, ele envolve menores taxas e prazos mais longos de pagamentos. 'Manter relações especiais com a África é estratégico para a política externa do Brasil', disse. Ele afirmou ainda que praticamente o total das dívidas foi acumulado nos anos 70 e já havia passado por outras renegociações.

O Brasil vem expandindo suas relações econômicas com a África, que é rica em recursos naturais, na chamado coperação Sul-Sul. As negociações entre Brasil e países africanos subiram de U$ 5 bilhões em 2000 para US$ 26,5 bilhões no ano passado.

Na África, empresas brasileiras investem pesado em setores como o petrolífero e o de mineração e em grandes obras de infraestrutura. O Brasil também abriu 19 novas embaixadas na África na última década.

Problemas

No entanto, a sede do Brasil por recursos naturais também é alvo de críticas, especialmente no que diz respeito à atuação de empresas nacionais no continente.

Em artigo sobre a relação Brasil-África publicado em janeiro, o instituto Think Africa Press diz que a crescente ação de empresas brasileiras no continente pode sujar a 'marca' do país na região. 'Agentes privados com agendas distintas estão se tornando cada vez mais visíveis, e há um risco de que isso prejudique o projeto político do Brasil de se retratar como um parceiro que sempre prioriza o benefício mútuo num espírito de cooperação e igualdade', diz o texto.

Um dos principais exemplos ocorreu no mês passado, quando centenas de manifestantes em Moçambique bloquearam o acesso a uma mina de carvão da Vale. O grupo era formado por trabalhadores que diziam não ter recebido toda a indenização que haviam acordado com a empresa após serem realojados com o início das operações da mina

A Human Rights Watch, ONG que defende os direitos humanos, afirma que eles foram realojados para terras áridas, onde não conseguem produzir, e por isso vêm sofrendo com falta de alimentos. A Vale e o governo de Moçambique prometeram melhoria para os trabalhadores.

A empresa também enfrenta resistência na Guiné, onde obteve licença para explorar uma reserva de minério de ferro. Em julho, moradores ocuparam um acampamento da empresa, acusando-a de descumprir acordo para a contratação de funcionários de etnias locais. Seis manifestantes foram mortos por soldados do governo em ação que, segundo políticos locais, contou com o respaldo da empresa.

A empresa nega qualquer participação no ocorrido na Guiné e diz buscar melhorar as condições de moradia das famílias deslocadas por sua operação em Moçambique.

Já em Angola, quem enfrenta problemas é outra companhia nacional, a construtora Odebrecht. Ativistas a criticam por manter negócios com políticos locais. A empresa nega ilegalidades.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/05/brasil-perdoa-quase-us-900-milhoes-em-dividas-de-paises-africanos.html

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Nota Oficial - Ocorrência com aeronave da FAB no Haiti

KC-137

Um avião KC-137 (Boeing 707) da Força Aérea Brasileira sofreu, neste domingo (26/5), um problema técnico que provocou sua saída da pista durante a decolagem do aeroporto de Porto Príncipe, no Haiti, com destino a Manaus. A ocorrência foi por volta das 15h30 (horário de Brasília) e não houve feridos.

Estavam a bordo doze tripulantes e 131 passageiros, todos militares do contingente da Missão de Paz no Haiti.

A Força Aérea Brasileira já iniciou as investigações para apurar os fatores contribuintes para a ocorrência.

Brasília, 26 de maio de 2013.

Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

terça-feira, 28 de maio de 2013

Centro de Lançamento de Alcântara lança foguete de treinamento Básico com sucesso

Foguete de Treinamento Básico

O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) realizou com sucesso o lançamento do Foguete de Treinamento Básico (FTB) dentro das atividades da Operação Falcão I/2013. A operação iniciada na última segunda-feira (21/5) teve por objetivo realizar o lançamento e rastreio do veículo de treinamento, buscando o treinamento operacional do Centro de Lançamento e a obtenção de dados para a qualificação e a certificação do foguete.

O FTB seguiu conforme os parâmetros previstos para este tipo de operação e foi lançado às 14h29 no horário local e voou 167,8 segundos até atingir a área de impacto determinada. O veículo atingiu 31,8 km de altitude máxima em apenas 76 segundos de voo. Do local de lançamento até a dispersão no oceano o foguete percorreu 18,01 km em linha reta.

A Operação Falcão I/2013 envolveu 100 servidores do efetivo do CLA e do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e contou também com a participação da equipe de Alcântara do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que trabalhou na recepção de dados do veículo lançado. Pela primeira vez foram testados dois novos sistemas, um de controle operacional e disparo e outro de interfonia para contato entre as equipes.

O lançamento foi acompanhado por 30 alunos e professores da Escola Caminho das Estrelas, situadas no CLA e responsável por ministrar o ensino fundamental regular para os dependentes do efetivo civil e militar da unidade, além de atender à comunidade local. O próximo lançamento será de um Foguete de Treinamento Intermediário (FTI) no próximo mês de junho durante a Operação Águia I/2013.

Operação Falcão I/2013
Horário de lançamento: 14h29 (horário local)
Apogeu (altitude máxima): 31,8 Km
Tempo do apogeu: 76 seg
Distância percorrida do local de lançamento até área de impacto: 18,1 Km

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Marinha do Brasil recebe o seu novo Navio de Patrulha Oceânico "Apa"

Navio-Patrulha Oceânico "Apa"


A Marinha do Brasil recebeu nesta sexta-feira o segundo dos três navios de patrulha oceânica de 1,8 mil toneladas que encomendou ao Reino Unido para reforçar a fiscalização de suas áreas marítimas.

Trata-se do navio-patrulha Apa, uma embarcação com 90,5 metros de comprimento e capacidade para 120 militares, que foi apresentada publicamente nesta sexta-feira no Rio de Janeiro pelo comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto.

O navio tem 1,8 mil toneladas é o maior de patrulha na frota brasileira, é idêntico ao "Amazonas", recebido pelo Brasil em outubro do ano passado, e ao "Araguari", cuja chegada está prevista para o segundo semestre deste ano.

Os três tiveram um custo de cerca de US$ 200 milhões e foram construídos pela empresa britânica BAE Maritime - Naval Ships em Portsmouth (Reino Unido) com a finalidade de atender as necessidades de fiscalização das águas brasileiras.

O Apa, batizado com o nome de um rio no Pantanal que serve de fronteira entre Brasil e Paraguai, tem capacidade para deslocar-se a uma velocidade de 25 nós e conta com uma autonomia de navegação de 35 dias, o que lhe permite atravessar o Atlântico sem apoio.

A embarcação, que transporta um helicóptero e duas lanchas, tem uma tripulação de 80 marinheiros, além de 39 fuzileiros navais e pode abrigar até seis contêineres de 15 toneladas.

Seu armamento está composto por três canhões, um deles de 30 milímetros, duas metralhadoras de 12,7 milímetros removíveis, dois pontos para a montagem de fuzis e dois lançadores de foguetes de iluminação.

O "Apa" chegou ao Rio de Janeiro, que será sua base, um mês e meio após ter partido de Portsmouth e depois de uma viagem com escalas em Portugal, Espanha, Mauritânia, Senegal, Gana, Angola, Namíbia e o porto do Rio Grande, no sul do País.

"A aquisição dos três navios acrescenta grande valor para que a Marinha possa intensificar as ações de vigilância e inspeção naval destinadas à segurança do tráfego marinho militar e a prevenção da poluição ambiental ao longo da extensa área marítima sob responsabilidade do Brasil", afirmou um comunicado da Marinha.

A nota acrescenta que o navio operará principalmente nas reservas marinhas das quais o Brasil extrai mais de 90% de seu petróleo.

O país contava até o ano passado com navios-patrulha de até 500 toneladas fabricados aqui para realizar tarefas de fiscalização; agora as três novas embarcações, com maior autonomia, elevarão significativamente a capacidade operacional.

O contrato assinado com o estaleiro britânico prevê o direito de o Brasil fabricar no país navios do mesmo modelo e o Ministério da Defesa já tem planos para construí-los.

domingo, 26 de maio de 2013

FAB e Polícia Federal empregam VANTs em ação conjunta na fronteira com o Paraguai



A Força Aérea Brasileira (FAB) e a Polícia Federal (PF) utilizam pela primeira vez em ação conjunta aeronaves remotamente controladas, conhecidas como VANTs (veículos aéreos não tripulados). Durante a sétima edição da Operação Ágata, a FAB opera duas aeronaves e a PF mais duas, a partir de São Miguel do Iguaçu, no extremo oeste do Paraná.

“O trabalho integrado amplia nosso raio de ação e permite um monitoramento ininterrupto, de dia e noite, em pontos de interesse”, explica o Comandante do Esquadrão Hórus, Tenente-Coronel Aviador Donald Gramkow. Além das ações de inteligência, os VANT`s também apóiam tropas do Exército que se deslocam na região sul. “Se suspeitos usam um caminho alternativo para fugir de uma barreira de fiscalização, por exemplo, nossas câmeras registram e temos condições de acionar o policiamento no solo”, afirma o Cel Gramkow.

Cada aeronave é pilotada de um centro de controle no solo que funciona em contêineres. O pequeno shelter repleto de telas de computadores em rede é dividido por pilotos e operadores de sensores. Câmeras de alta definição podem mostrar em imagens coloridas detalhes de um alvo observado. No modo infravermelho, as imagens em preto e branco permitem identificar pessoas à noite ou escondidas sob a copa de árvores. Pela primeira vez, a FAB também emprega um imageador radar, que pode mapear uma região mesmo com o céu encoberto por nuvens. Todas as imagens captadas pelo VANT durante a Operação Ágata são transmitidas em tempo real ao Centro de Comando das Operações Aéreas, em Brasília.

O VANT da FAB, que pode ser empregado em qualquer ponto do país, tem peso máximo de decolagem de 450 kg, voa por até 16 horas seguidas e tem raio de alcance de até 250 km. Pode voar a uma altitude de até 5.500 metros.

A sétima edição da Operação Ágata reúne as Forças Armadas e mais de 20 órgãos governamentais ao longo de quase 17 mil km de fronteira com dez países sul-americanos.

sábado, 25 de maio de 2013

Estado-Maior Geral das Forças Armadas da República Popular da China visita Fuzileiros Navais do Brasil



No dia 6 de maio, a Divisão Anfíbia recebeu a visita da comitiva do Estado-Maior Geral das Forças Armadas da República Popular da China, chefiada por seu Vice-Chefe, General-de-Divisão Wang Guanzhong.

Recepcionada pelo Comandante da Divisão Anfíbia, Contra-Almirante (FN) Paulo Martino Zuccaro, a comitiva assistiu a uma palestra sobre o Corpo de Fuzileiros Navais e sobre a Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE). Em seguida, percorreu um mostruário de material, viaturas e equipamentos da FFE, montado no Batalhão de Artilharia de Fuzileiros Navais. Após deslocar-se para o 1º Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais, a comitiva presenciou uma demonstração de pistas comumente executadas nos adestramentos da tropa.

Ao despedir-se da Divisão Anfíbia, o General Wang Guanzhong agradeceu a acolhida.

Fonte: http://mar.mil.br/nomaronline/noticias/23052013/07.html

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Marinha do Brasil realiza primeiro exercício de comunicações acústicas submarinas digitais


De 9 a 11 de abril, aconteceu a primeira avaliação operacional da atual versão do protótipo de modem acústico submarino do Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM). O projeto “Comunicações Submarinas” foi testado na costa do Rio de Janeiro cujo propósito foi praticar a transmissão de dados digitais entre meios de superfície e submarinos.

A Comissão “CSUB I” contou com a participação do Submarino “Timbira”, que realizou a recepção dos dados, e do Navio Hidroceanográfico “Amorim do Valle”, encarregado da transmissão de sinais a partir de uma fonte acústica do IEAPM rebocada. As transmissões foram feitas em duas faixas de frequências, com mensagens de texto recebidas sem erros em diversas ocasiões.

Durante a “CSUB I” foi possível obter um banco de dados com sinais gravados a diferentes distâncias, em diferentes profundidades, e em diferentes cotas de operação do submarino. De acordo com o comandante do Submarino “Timbira”, Capitão-de-Fragata André Martins de Carvalho, os resultados obtidos nessa oportunidade foram satisfatórios e a expectativa é de avanço significativo de desempenho em curto prazo, com o incremento do código do modem, que é totalmente definido emsoftware.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Fábrica de aeronaves Paradise já tem local definido na Paraíba


O vice-governador Rômulo Gouveia, o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues e auxiliares da Prefeitura se reuniram, nesta segunda-feira (20), em Campina Grande com representantes da Paradise Indústria Aeronáutica e definiram o local onde Campina Grade deve instalar uma fábrica de aviões.

Rômulo revelou que o prefeito Romero Rodrigues já garantiu a área para implantação da indústria e a desapropriação deve acontecer nos próximos meses.

O vice-governador disse que vai entregar ao governador Ricardo Coutinho o projeto da fábrica e a proposta de incentivos fiscais, mas adiantou que um protocolo de intenções deve ser selado entre o Governo e a indústria no próximo mês.

O secretário estadual de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Marcos Procópio, e o preside da Câmara Municipal, Nelson Gomes, também participaram do encontro.

A Paradise Indústria Aeronáutica surgiu em 2001 através da vontade de um apaixonado por aviação experimental em construir uma aeronave segura, com boa velocidade de cruzeiro, baixo stall, boa autonomia e capacidade de carga. Após muitos anos de pesquisas, com diversas excursões aos Estados Unidos da América no intuito de aprender a fabricar peças em fibra, desenvolvimento de perfis de asas e estruturas aeronáuticas, e o uso dos seus conhecimentos de anos de experiência no ramo da engenharia eletro-mecânica, o empresário Noé de Oliveira chegou ao seu projeto que o consagrou como um dos maiores projetistas do Brasil, tendo agora reconhecimento mundial, no qual sua aeronave ganhou certificação pela FAA como Light Sport Aircraft (LSA) e certificação na África do Sul.

A aeronave Paradise realizou seu primeiro vôo em 1999, na cidade de Feira de Santana/BA , sendo essa o sétimo projeto desenvolvido por Noé. A partir daí, com a ajuda de todos os colaboradores, clientes, parceiros, a aeronave vem melhorando a cada dia e conquistando seu espaço no cenário nacional e internacional.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Forças Armadas iniciam operação Ágata 7 em 16,8 mil quilômetros de fronteiras

Operação Ágata 7


Brasília, 18/05/2013 – As Forças Armadas iniciaram na manhã deste sábado a Operação Ágata 7 em toda extensão da fronteira brasileira com os dez países sul-americanos. Com o emprego de 25 mil militares e a participação de agentes das polícias federal, rodoviária federal, militar e de agências governamentais, esta edição é a maior mobilização realizada pelo governo brasileiro no combate aos ilícitos entre Oiapoque (AP) e Chuí (RS).

Antes de a operação ser deflagrada, o governo manteve contatos com os países vizinhos para o repasse de informações sobre o emprego do aparato militar. A Ágata integra o Plano Estratégico de Fronteiras (PEF) sob a coordenação do Ministério da Defesa e comando do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA). A execução cabe à Marinha, ao Exército e à Força Aérea Brasileira (FAB).

A Ágata 7 acontece às vésperas da Copa das Confederações, competição esportiva que será realizada em seis cidades-sede – Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. Em função deste evento, o Ministério da Defesa optou por uma mobilização que envolvesse os 16.886 quilômetros de fronteira. Nas edições anteriores, as ações ocorreram em trechos da divisa do Brasil com os países sul-americanos.

Durante a mobilização, militares estarão atentos aos principais crimes transfronteiriços como narcotráfico, contrabando e descaminho, tráfico de armas e munições, crimes ambientais, contrabando de veículos, imigração e garimpo ilegais.

A operação foi instruída por meio do Plano Estratégico de Fronteiras (PEF), criado por decreto da presidenta Dilma Rousseff, em junho de 2011. Atualmente, a Ágata conta com a participação de 12 ministérios e 20 agências governamentais, além de aglutinar instituições dos 11 estados da região de fronteira.

Forças Armadas

Como a operação se desenvolve ao longo de toda a fronteira terrestre, as tropas contarão com os centros montados nos Comandos Militares da Amazônia (CMA), em Manaus (AM); do Oeste (CMO), em Campo Grande (MS); e do Sul (CMS), em Porto Alegre (RS). Nesses locais atuarão militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. No entanto, as três Forças utilizarão homens e equipamentos das Organizações Militares, além de poder contar com reforço de outras regiões.

A Marinha fará uso de navios patrulha fluvial, helicópteros UH-12, navios de assistência hospitalar e lanchas. Participam da operação destacamentos operacionais dos fuzileiros navais do Batalhão de Operações ribeirinhas, capitanias fluviais, agências fluviais e destacamentos fluviais.

O Exército empregará aeronaves, além de blindados e veículos leves para o transporte das tropas. A Força terrestre desenvolverá ações de bloqueios de rodovias montados em pontos estratégicos da fronteira brasileira.


No caso específico da Força Aérea Brasileira (FAB), o centro de operação ficará no Comando Geral de Operações Aéreas (COMGAR), com sede em Brasília. Para tanto, a Aeronáutica tem à disposição os aviões Super Tucano (A-29), caças F 5EM, os aviões radares, os VANTs e helicópteros.

Os agentes governamentais, como as Polícias Federal e Rodoviária Federal, Receita Federal, bem como Anatel, Aneel, ANP, DNPM, ICMBio, Funai e Ibama, atuarão em conjunto em suas respectivas áreas.

Operação Ágata

Em quase dois anos, o Ministério da Defesa, por meio do EMCFA, já realizou seis edições da Operação Ágata. A faixa de fronteira situa-se 150 quilômetros a partir da divisa. Esse território compreende 27% do território nacional onde estão 710 municípios, sendo 122 cidades limítrofes e 588 não limítrofes.


A fronteira tem 16.886 quilômetros de extensão, sendo 7.363 quilômetros de linha seca e 9.523 quilômetros de rio, lagos e canais. São 23.415 quilômetros de rodovias federais. Os estados de fronteira são: Amapá, Pará, Roraima, Amazonas, Acre, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os países vizinhos são: Guiana Francesa, Guiana, Suriname, Venezuela, Colômbia, Bolívia, Peru, Paraguai, Argentina e Uruguai.

Além do combate aos ilícitos, a Ágata contempla também Ações Cívico-Sociais (Acisos), que consistem em atividades como atendimento médico, odontológico e hospitalar aos locais onde concentram famílias carentes. De acordo com o balanço integrado, as seis edições da Ágata resultaram em 59.717 procedimentos, 18.304 atendimentos médicos e 29.482 odontológicos. Cerca de 9 mil pessoas foram vacinadas e distribuídos 195.241 medicamentos.

Balanço parcial da Operação  Ágata 7

De acordo com o comando no estado, das 6h às 18h foram tirados de circulação durante as abordagens 749 caixas de cigarro, 200 jaquetas, dois veículos, 6.850 relógios de pulso, 11 CDs players, um aparelho de GPS, um receptor de tevê por satélite, além de diversas caixas de bebidas, eletrônicos, cosméticos, telefones celulares e itens de informática que entraram no país ilegalmente. Um dos presos foi flagrado transportando mercadorias contrabandeadas, em Toledo, o outro estava com um revólver calibre 32, em Santa Tereza do Oeste.

Em quase dois anos, o Ministério da Defesa, já realizou seis edições da Operação Ágata. No Paraná, a última etapa foi realizada em agosto de 2012. Este ano, o reforço tem é voltado à segurança da Copa das Confederações, que começa em junho. As ações envolvem os onze estados que fazem fronteira com a Guiana Francesa, Guiana, Suriname, Venezuela,Colômbia, Bolívia, Peru, Paraguai, Argentina e Uruguai.




Fonte: https://www.defesa.gov.br/index.php/ultimas-noticias/8680-18-05-2013-defesa-forcas-armadas-iniciam-operacao-em-16-8-mil-quilometros-de-fronteiras

Cuidado com a Ditadura GAY

Ditadura GAY


No inicio do ano na cidade de Curitiba, um grupo de Jovens heterossexuais foi brutalmente atacado por ativistas gays, eles foram alvo de pedradas, xingamentos e cusparadas e isto não é um caso isolado, tivemos até mesmo o caso de um ativista Gay chamado Marco Retamero que prometeu um Levante armado se for preciso para defender sua ideologia gay.

O movimento GLS prega a diversidade e tolerância, mas este mesmo movimento GLS não tolera nenhum tipo de opinião contraria ao movimento.

Então se você ousar falar que não aprova o homossexualismo, você pode ser agredido da mesma forma que este grupo de Jovens foi agredido.

E atualmente toda vez que ligamos a TV ou acessamos um site noticias somos bombardeados com matérias tendenciosas apoiando o homossexualismo e censurando duramente qualquer pessoa que se posicione de forma contraria ao Homossexualismo.

Segundo o sociólogo Norte-americano John Gagnon o Homossexualismo não é genético, Ninguém nasce Gay o Homossexualismo é apenas um comportamento uma preferência sexual, um gay pode virar hétero e um hétero pode virar gay, e existem pessoas que são Heterossexuais e depois de velhas já casadas e com filhos descobrem que tem preferências Homossexuais, e também ocorre o contrario pessoas que são homossexuais desde muito novas e depois de muitos anos voltam a ser Heterossexuais.

Então como é apenas um comportamento temos todo o direto de dizer se aprovamos ou não este comportamento, e isto não é homofobia, a constituição Brasileira nos garante a Liberdade de Expressão e Livre manifestação de pensamento, então você pode se manifestar se você aprova ou não aprova o Homossexualismo, e  isto não é ofensa ou homofobia, mas um heterossexual não pode ofender um Homossexual por causa de suas preferências sexuais, e também o contrario um Homossexual não pode ofender ou agredir um heterossexual por discordar de suas preferências sexuais.

Não podemos deixar de fazer amizade com alguém por ela ser gay, mas eu nunca vou achar isso normal, a maioria dos gays não entendem isso e acham que temos que gostar e ir pra parada gay junto com eles.

Infelizmente existem alguns Gays que são radicais na sua causa e são semelhante aos radicais religiosos que querem interferir até mesmo nos nossos direitos individuais de orientarmos um Filho se aprovamos ou não determinado comportamento.
Ditadura GAY

Muitas pessoas tem sofrido com a Fúria destes radicais, recentemente a "cantora" Joelma da banda Calypso se posicionou de forma contraria ao homossexualismo e foi bombardeada com matérias criticando o fato de ter usado sua liberdade de expressão e isto esta se tornando cada vez mais comum, se não podemos mais se posicionar se um comportamento é correto ou não isso se torna um ato de censura, a Igreja também tem sofrido com a fúria dos Homossexuais radicais porque ela não aprova o homossexualismo esta é a crença deles e deve ser respeitada, principalmente porque muitos homossexuais procuram a Igreja como apoio quando querem abandonar o homossexualismo e não conseguem, mas através do apoio da Igreja conseguem abandonar o homossexualismos então a Igreja se transformou no inimigo numero 1 destes radicais.

Mas não podemos generalizar de forma alguma e dizer que todo Gay é heterofóbico porque esta não é a verdade existem muitos Gays que são ótimas pessoas e também de forma alguma podemos humilhar um Homossexual temos que tratar sempre eles com respeito.

Os gays precisam aprender que opinião é diferente de discriminação,a nossa obrigação como cidadãos é respeitar,mas gostar e apoiar já são outros 500.


terça-feira, 21 de maio de 2013

Rússia ofereceu ao Brasil caças Su-35 e tecnologias de sua produção

Su-35

A Rosoboronexport (empresa estatal russa de exportação de armas defensivas) ofereceu fornecer ao Brasil, fora do âmbito de concorrência FX-2, caças Su-35 e sistemas de defesa antiaérea Pantsir, informou este domingo a agência de notícias RIA Novosti, citando Serguei Ladygin, chefe da delegação da Rosoboronexport que se encontra na exposição de armas em Lima.

Em 2009, a Rússia saiu com seu avião Su-35 do short-list da concorrência brasileira, onde ficaram a Suécia com o Gripen, os EUA com o F-18 e a França com o Rafale.

"Apesar do fato de a Rússia ter se retirado do concurso, fizemos paralelamente uma oferta para a parte brasileira de participarmos, fora do contexto de concorrência, com os sistemas Pantsir e os jatos Su-35. Nossa oferta está sendo examinada", especificou Ladygin.

O interlocutor da agência observou que a Rússia está pronta para transferir toda a tecnologia de produção do caça. "Estamos prontos para transferir 100% de tecnologia do jato Su-35, mesmo com os elementos de tecnologia de aeronaves de quinta geração".

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Seções do novo submarino brasileiro embarcam em Cherbourg na França rumo ao Brasil


A Marinha do Brasil tem dado passos largos no processo de construção dos novos submarinos convencionais (S-BR1), que serão construídos nacionalmente. Hoje, dia 14 de maio de 2013, as seções de vante (S3 e S4) do primeiro submarino da classe “Scorpène” foram embarcadas no Navio Mercante “Tracer”, em Cherbourg, França, e já estão a caminho de Itaguaí, no Rio de Janeiro, para o início da construção desse submarino.

A construção desse submarino faz parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), que prevê a fabricação de cinco submarinos, sendo quatro deles convencionais e um com propulsão nuclear.

Desde maio de 2010, quando as seções de vante tiveram sua construção iniciada, aproximadamente, 365 pessoas, entre funcionários, engenheiros, técnicos e especialistas da Marinha do Brasil, da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A (NUCLEP) e da Itaguaí Construções Navais (ICN) foram treinados para serem os multiplicadores de conhecimento a todos aqueles que irão trabalhar na fabricação e construção dos submarinos no Brasil.

Progredindo em tecnologia e investindo em conhecimento, a Marinha do Brasil vem solidificar o sonho de projetar e construir, no Brasil, nosso submarino com propulsão nuclear.

Fonte: http://mar.mil.br/nomaronline/noticias/14052013/06.html

domingo, 19 de maio de 2013

Venezuela defende integração com o Brasil na faixa de fronteira



Brasília, 10/05/2013 – Em sua primeira visita ao Brasil depois de eleito, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que deseja compartilhar experiências na área de defesa e aproximar as Forças Armadas dos dois países “para a proteção de nossa fronteira”. O venezuelano destacou, também, o desejo de realizar treinamentos militares conjuntos.

A proposta foi colocada em comunicado à imprensa, no Palácio do Planalto, após reunião bilateral com a presidenta da República, Dilma Rousseff, e ministros dos dois países. Dilma e Maduro deram ênfase a importância de uma “união regional”. Sobre isso, a presidenta falou que “nossos países estão mostrando essa vocação para criar um futuro comum, que una toda a nossa região, que contribua para um mundo multipolar e multilateral, sem espírito de confrontação, sem pretensões hegemônicas e sem ingerência externa”.

Já para o contraparte venezuelano, é preciso “trabalhar para a integração da América Latina” e fortalecer o Mercosul, chamado por ele de “grande espaço econômico do futuro”.

Maduro explicou que atualmente o relacionamento dos dois países é marcado “por grandes sentimentos de solidariedade e amor”. “Antes vocês eram vistos como um perigo para nós. Hoje, construímos parceria e amizade.” Cooperação essa que, segundo Dilma, acarretou em “decisivo apoio da Venezuela na candidatura do Brasil à presidência da OMC [Organização Mundial do Comércio]”.

A reunião entre os presidentes tratou, ainda, de temas como energia, desenvolvimento social, educação, cultura e juventude, entre outros. Em seu comunicado, Dilma Rousseff reiterou a “parceria estratégica” em todas essas áreas. Nicolás Maduro pediu ao Brasil apoio especial no setor alimentício, para que possam produzir tudo o que consomem. “Temos metas ambiciosas para dar um salto produtivo”, disse.

Honras militares

O presidente Maduro foi recebido na tarde de ontem com honras militares. Na rampa do Palácio do Planalto, o venezuelano foi saudado pela presidenta Dilma, que estava acompanhada do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota. Após entoar os hinos dos dois países, ambos acenaram para os jornalistas e cumprimentaram os ministros brasileiros, dentre eles o da Defesa, Celso Amorim, além da comitiva venezuelana.

Depois, seguiram para reunião interna. Além de Amorim e Patriota, participaram do diálogo presidencial os ministros da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e do Gabinete de Segurança Institucional, general José Elito Siqueira.

sábado, 18 de maio de 2013

Chega ao Rio de Janeiro artilharia antimíssil para Copa das Confederações

Gepard


Chegaram ao Brasil nesta quinta-feira (16) oito carros do tipo Gepard que integram o moderno sistema de artilharia antiaérea alemão comprado pelo Brasil para a segurança da abertura e do encerramento da Copa das Confederações, nos dia 15 e 30 de junho, respectivamente.

Os veículos são capazes de abater mísseis, aviões, helicópteros ou drones (aviões não tripulados) suspeitos a até 8 km de distância utlizando mísseis Raytheon FIM-92 Stinger (não comprado pelo Brasil)  ou até 4 km de distância utilizando seus canhões de tiro rápido Oerlikon KD35 de 35 mm o Gepard ainda é considerados um dos melhores sistemas de defesa anti-aérea de curto alcance no mundo.

Segundo o general Marcio Roland Heise, coordenador do projeto de compra das armas, os canhões ainda estão em processo de desembaraço alfandegário junto à Receita Federal. Assim que liberados, os veículos serão levados ao Parque Regional de Manutenção do Exército, no Rio de Janeiro. A previsão é que isso ocorra na terça-feira (21).

O Brasil comprou 34 carros de combate Gepard ao preço de 30 milhões de euros (cerca de R$ 78,4 milhões).

Os blindados foram despachados de navio da Alemanha, em caráter emergencial, para que chegassem a tempo da abertura da Copa das Confederações, que acontece em Brasília, no dia 15 de junho, com a partida entre Brasil e Japão.

Quatro carros serão levados para Brasília e os outros quatro ficarão no Rio de Janeiro, para a partida de encerramento da competição, no dia 30 de junho. Os veículos não ficarão à vista do público, mas estarão posicionados perto dos estádios, em pontos estratégicos.

Em 11 de abril, o Exército Brasileiro divulgou a compra das armas para garantir a proteção dos grandes eventos. Os carros comprados do Exército da Alemanha sofreram uma remodelação, tendo sido "recuperados" em 2010, recebendo novas tecnologias para operar até 2030.

Além do sistema antiaéreo, o Brasil comprou cerca de 600 mil munições para os Gepard e três carros reservas, que serão desmontados e servirão para peças de reposição. O valor inicial do contrato não inclui esse complemento nem treinamentos e suporte técnico.

"As armas serão recebidas e incorporadas ao inventário do Exército. Além disso, faremos testes de tiro com cada um deles, para verificar o funcionamento", afirmou o general Marcio Roland Heise ao G1.

Os blindados Gepard 1A2 pesam 47,5 toneladas, têm 3,7 metros de altura, 3,4 de largura e até 7,7 metros de comprimento. São equipados com dois canhões Oerlikon de 35 mm, que trabalham em conjunto um sistema de radares com campo de visão de até 15 km de raio. A fabricante informa que eles atingem alvos até 5,5 km de altura, mas, no Brasil, serão usados a baixa altitude (até 3 km).

Visita do Papa


A previsão inicial do general Marcio era que os carros sejam usados na Jornada Mundial da Juventude, que deve reunir mais de 2 milhões de pessoas no Rio em julho durante a visita do Papa Francisco ao país.

Mas, segundo o general Guido Amin Naves, comandante da Brigada de Artilharia Antiaérea, ainda não foi decidido se o material será empregado ou não. O evento em que o sistema antiaéreo pode ser usado é a missa de encerramento, em Guaratiba, no Rio, em 28 de julho.

"Assim que os carros estiverem operando, faremos um treinamento inicial. Os blindados que já estarão no Rio para a final da Copa das Confederações poderão ser empregados para a visita do Papa, mas isso ainda está em fase de definição. Ainda não recebi nenhuma ordem de serviço sobre isso do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra)", afirma o general Amim.

Usados e reformulados
A negociação entre os Exércitos do Brasil e da Alemanha ocorreu através da empresa Krauss-Maffei Wegmann (KMW), fabricante dos veículos.

"Os carros foram reformulados, receberam novo sistema de radares e computadores, canhões de 35 mm e tecnologia de guiamento, que seguem o alvo mesmo se ele desviar. O Exército alemão iria usar os blindados, mas a Otan [Organização do Tratado do Atlântico Norte] mudou algumas diretrizes em relação à defesa antiaérea e eles tiveram que deixá-los de lado", afirmou o general Marcio Roland Heise.

A implantação do Gepard pelo Exército busca suprir uma carência de proteção para as duas brigadas do país que abrigam blindados, localizadas em Ponta Grossa (PR) e em Santa Maria (RS), e também de garantir a segurança de estruturas estratégicas, como usinas hidrelétricas, essenciais para o caso de uma eventual guerra.

Intenção de compra

Em fevereiro, o vice-presidente, Michel Temer, assinou uma intenção de compra para adquirir um sistema de artilharia antiaérea da Rússia que tem capacidade de atingir alvos a médio alcance – até 15 km de altitude. O Brasil não tem atualmente esta tecnologia, que é uma exigência da Fifa para a Copa do Mundo.


Opinião do Blog:
O sistema Gepard ainda é considerado um dos melhores sistema de defesa anti-aérea de curto alcance, e juntamente com o sistema Pantsir s1 e Igla-S que esta sendo comprado da Russia deixaria o Brasil com um ótimo sistema de defesa aérea de curto-alcance mas também existem informações de que o Brasil esta negociando com a Russia o Sistema de defesa Aérea de médio alcance Parana (Pechora) se o Brasil adquirir todos estes sistemas no final teremos uma das melhores defesas Anti-aéreas da America do Sul só inferior, a Venezuela e Chile a Venezuela possui o S-300 com 200 km de alcance e o Chile comprou em 2011 o sistema NASAMS com 30 km de alcance.

 Confira no video abaixo todo o poder de fogo do sistema Gepard 




quinta-feira, 16 de maio de 2013

Embraer anuncia fornecedores de sistemas para segunda geração de E-Jets

E-Jets

São José dos Campos, SP, 13 maio de 2013 – A Embraer S.A. (NYSE: ERJ; BM & FBOVESPA: EMBR3) definiu mais alguns fornecedores para importantes sistemas que equiparão a segunda geração de E-Jets, cuja entrada em serviço está prevista para 2018. A Embraer selecionou a Moog para fornecer o sistema de controle fly-by-wire, composto por um computador de comandos de voo e todos os atuadores hidráulicos das superfícies primárias, spoilers e ground spoilers.

A Rockwell Collins foi selecionada para fornecer o sistema de controle do estabilizador horizontal, composto por um controlador eletrônico e um atuador mecânico.

O sistema de controle das superfícies flap & slat, composto por um controlador eletrônico, atuadores mecânicos, uma unidade de transmissão de potência, tubos de torques e sensores, será fornecido pela Liebherr, empresa que também foi selecionada para os sistemas ambientais ou AMS (Air Management System). Fazem parte do AMS os sistemas de sangria de ar do motor (bleed), proteção contra gelo, ar-condicionado e pressurização da cabine.

A segunda geração de E-Jets representará um passo significativo no compromisso da Embraer de investir continuamente nessa linha de jatos comerciais. Motores de última geração, juntamente com novas asas de aerodinâmica avançada, moderno sistema eletrônico de comandos de voo fly-by-wire, assim como outras evoluções de sistemas, resultarão em melhorias de dois dígitos no consumo de combustível, bem como nos custos de manutenção, emissões e ruído externo das aeronaves. O objetivo da Embraer é oferecer sempre o melhor produto e manter sua liderança no mercado de 70 a 120 assentos, no qual mais de 900 E-Jets estão em serviço em todo o mundo. Atualmente, mais de 60 clientes de 40 países já operam ou estão prestes a receber os E-Jets da Embraer.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

A-29 Super Tucano emprega quatro bombas simultaneamente

A-29 Super Tucano


O teste balístico do emprego simultâneo de quatro bombas BAFG-230, armamento de emprego geral utilizado pela aeronave de caça A-29 Super Tucano, foi realizado na quinta-feira (09/05) no Campo de Provas Brigadeiro Velloso durante a Operação Cachimbo A-29, que reúne os Esquadrões Escorpião(1°/3° GAV), Grifo (2°/3°GAV) e Flecha (3°/3° GAV) da Força Aérea Brasileira. Esta configuração na aeronave A-29 nunca havia sido empregada antes.
A-29 Super Tucano
A aeronave FAB 5960, A-29 Super Tucano, decolou às 15h, da Serra do Cachimbo, para realizar o lançamento das 4 bombas nas áreas já preparadas para treinamento de armamento real pelas aeronaves da FAB. No cookpit estava o comandante do Grifo, Tenente-Coronel Franco.

Desde a preparação da aeronave, pela equipe de manutenção e armamento, ao lançamento dos artefatos pelo piloto, diversos militares dos três Esquadrões e do efetivo do Campo foram peças fundamentais neste acontecimento, tendo o emprego das 4 bombas sido realizado com sucesso. Os resultados colhidos desta missão serão agora aplicados em quaisquer planejamentos operacionais que a FAB almeje no futuro.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Segundo Astronauta Brasileiro vai ao espaço em 2014


Pedro Henrique Doria Nehme
Pedro Henrique Doria Nehme, 21 anos, ficará para a história. Ele será o primeiro brasileiro civil a ir ao espaço. O futuro turista espacial venceu a promoção mundial Space Flight, realizada pela empresa área holandesa KLM, que premiou o vencedor com uma vaga na nave Lynch, da empresa Space Expedition Corporation (SXC).  O voo deverá ser realizado no início do próximo ano.O estudante demonstra que ainda não percebeu a dimensão do prêmio que ganhou. Estagiário da Agência Espacial Brasileira (AEB) e aluno do oitavo semestre de engenharia elétrica da Universidade de Brasília (UnB), Pedro se diz muito interessado na área espacial: “desde criança, gosto de aviões”. Trabalhou no Goddard Space Flight Center, da Agência Espacial Americana (NASA) e estudou na Catholic University of America, em Washington D.C. Além de se dedicar a área espacial, Pedro toca baixo e violão. O estudante gosta de música popular brasileira e de compositores como Caetano Veloso, Chico Buarque, Nando Reis, Gilberto Gil.

AEB – Por que decidiu estudar engenharia elétrica?

Pedro – Meu pai começou engenharia elétrica, mas não terminou. Ele sempre me incentivou a ter interesse pela engenharia. Na minha casa, erámos estimulados a abrir as coisas e ver como elas funcionavam. Por essas razões, decidi fazer o curso.

AEB – Como surgiu o interesse pelo espaço?

Pedro – Desde criança, gosto de aviões. Minha mãe nos dava Lego para brincarmos e eu sempre preferia os de aviões. Antes da faculdade, não há muito o que fazer na área. No ensino médio, vemos alguma coisa sobre o assunto, mas nada muito palpável. Quando entrei para a faculdade, fiquei realmente interessado no tema. Na metade de 2011, eu fui fazer um curso de inverno no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), por um mês. Era sobre pesquisas aeroespaciais e as aulas tinham como tema as missões espaciais. A última semana do curso era um breve estágio. Eu fiz no Laboratório de Integração e Testes (LIT), na área de interferências e compatibilidade eletromagnética. A partir daí, realmente me interesse pela área.

AEB – Como foi sua experiência no curso do INPE?

Pedro – O curso foi sensacional. Alguns palestrantes participaram de missões brasileiras e outros tinham experiência prática com sistemas. Depois de participar do curso, percebi que a sociedade não conhece muito esse setor. Antes do curso, eu não fazia ideia do que era o LIT. O laboratório é sensacional.

AEB – Na faculdade de engenharia da Universidade de Brasília (UnB), você participa de algum laboratório ou grupo de pesquisa?

Pedro – Quando comecei a cursar engenharia, fui conhecer os laboratórios e gostei do de automação e robótica, que talvez seja um dos poucos laboratórios no Brasil que desenvolve esse tipo de tecnologia. O laboratório atua em várias frentes: robótica médica, robótica aérea, robótica móvel, reabilitação, entre outras. É um espaço grande, que tem parcerias com empresas e onde muitas pessoas trabalham. Na época (primeiro semestre do curso), havia uma vaga num projeto de robótica aérea. Desde então, participo do grupo de pesquisa.

AEB – Como conseguiu o estágio na NASA?

Pedro – Eu já sabia falar Inglês e sempre quis muito ir aos Estados Unidos (EUA). No final de 2011, lançaram o Programa Ciência Sem Fronteiras, que tinha intercâmbio para os EUA e eu sempre quis fazer intercâmbio. Então, resolvi me inscrever. Nesse meio tempo, a professora Duilia de Mello, que é da Universidade Católica da América em Washington e pesquisadora da NASA, selecionou alguns alunos do programa, por meio dos currículos, para fazer estágio na NASA. Fui um deles. No total, foram escolhidos sete brasileiros, três da Universidade de Brasília, um da Universidade de São Paulo (USP), um da Universidade Cruzeiro do Sul e dois do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

Nave Lynch
Nave Lynch

AEB – Como foi sua experiência na NASA?

Pedro – A experiência foi muito boa, aprendi muito. Passei um ano nos Estados Unidos. Eu não tinha noção de tanto das coisas que aconteciam na NASA. São muitos projetos. No centro em que eu estagiava, que era o maior de todos, estavam sendo realizados mais de 200 projetos aeroespaciais, com todas as suas complicações e especificidades. Nesse tempo, aprendi coisas que talvez nunca fosse aprender no Brasil. Vale muito a pena você ir para fora, aprender e depois trazer esse conhecimentos para o Brasil. Considero-me privilegiado por ter estagiado na NASA.

AEB – Você desenvolveu algum projeto na NASA?

Pedro – Na NASA, trabalhei no Goddard Space Flight Center, onde fiz parte do projeto BETTI (Balloon Experimental Twin Telescope for Infrared Interferometry) – desenvolvido por uma equipe de astrônomos e engenheiros da NASA, da Universidade de Maryland, e do Instituto de Johns Hopkins University. Trata-se de uma projeção e construção de um observatório-balão para estudar os cosmos infravermelhos em detalhes mais nítidos. Eu e mais quatro estagiários desenvolvemos uma câmera. Na época, ficava pensando em como os pesquisadores tinham coragem de colocar um material de US$ 30 mil na mão de cinco estagiários. Com o tempo percebi que eles têm confiança nos estudantes.

AEB – Como você veio parar na AEB?

Pedro - Em outubro, assisti a um vídeo no youtube do gerente do Programa AEB Escola, Eduardo Quintanilha, dando uma palestra no Campus Party. Ele falava sobre o Programa Espacial Brasileiro e, no final, falou sobre a olimpíada de Cansat, que ia ser lançada. Achei a palestra interessante e enviei um e-mail para ele, contando um pouco da minha história e perguntando se eles tinham estágio na AEB. Quando retornei ao Brasil, ele me entrevistou e comecei o estágio.

AEB – Em que você trabalha na Agência?

Pedro - Trabalho no desenvolvimento da Olimpíada de Cansat e de foguetemodelismo, desenvolvendo software e hardware para o Cansat.

AEB – Como ficou sabendo do concurso da KLM?

Pedro – Por um vídeo no Youtube. Antes dos vídeos, passam comerciais e anúncios promocionais. Então, vi a campanha da KLM. Era um vídeo muito bem feito. Toda a campanha de divulgação do concurso era bem desenvolvida, principalmente a interface gráfica. Costumo dizer que resolvi participar em razão disso.

AEB- Você assiste a muitos vídeos? Você acha que o Youtube dissemina conhecimento?

Pedro - Sou uma pessoa que aprende muito vendo, assistindo aulas e vídeos. Aprendo muito mais vendo do que lendo. OYoutube está repleto de aulas, principalmente de universidades de fora. Com o Youtube, não há fronteiras literalmente. A pessoa pode estar em qualquer lugar do Brasil e assistir aulas das melhores universidades americanas.

AEB – O que você fez para adivinhar onde o balão iria cair?

Pedro – Foi um chute. Eu não tinha nenhuma informação do balão. Mas foi aquele chute diferente, porque toda a minha experiência contribuiu para que eu acertasse. É como se fosse uma dona-de-casa fazendo comida. Ela não tem receita das coisas, mas faz tudo muito bem, porque cozinha há vários anos. Então, a comida “sai boa”. Como trabalhado há muito tempo na área, tenho mais noção do que um leigo.

AEB- Como você ficou sabendo do resultado?

Pedro - No domingo, a KLM mandou e-mail para todos os participantes do concurso, informando que o resultado sairia no dia seguinte (segunda-feira). Na manhã do dia seguinte, esqueci-me completamente do concurso. Fui para a defesa de um mestrado de um amigo sobre a área espacial. Depois, para o laboratório trabalhar. Foi quando abri meu e-mail e vi a mensagem da KLM avisando que eu havia ganhado o concurso.

AEB – Qual foi sua reação?

Pedro – No começo, achei que fosse SPAM, defeito e-mail, porque meu email filtra as mensagens do dia e essa havia ido parar na minha caixa prioritária da caixa de entrada. Quando comecei a ler, lembrei-me do concurso. Então, pensei: não é possível que eu ganhei esse negócio. Para mim, era extremamente improvável que eu ganhasse. Li o e-mail dez vezes. Foi uma loucura. Respondi o e-mail, perguntando se era mesmo verdade. Eles responderam: “você ganhou. Vamos entrar em contato com você o mais rápido possível, me passe o seu contato”. No dia seguinte, ligaram me dando parabéns. O pessoal da KLM de São Paulo estava muito surpreendido por ter sido um brasileiro e me disseram que tinham feito a divulgação para alguns veículos de comunicação e que eu daria algumas entrevistas. É meio impactante, porque, atualmente, esse tipo de viagem não é algo comum. Acredito que no futuro será como comprar uma passagem para São Paulo. Mas, hoje, é esquisito, é diferente.



AEB – Qual o prêmio que você ganhou?

Pedro - Fui premiado com uma vaga na nave Lynch, da empresa Space Expedition Corporation (SXC). A viagem espacial terá início em Curaçao, no Caribe. O voo será suborbital (não entra em órbita da Terra) e atingirá uma altura aproximada de 103 quilômetros, cruzando a chamada linha de Kármán. A viagem terá uma hora de duração – da decolagem à aterrisagem. Ficarei aproximadamente cinco minutos em ambiente de microgravidade. Além da viagem ao espaço, ganhei duas passagens aéreas para Curaçao, no Caribe, de onde sairá a nave, e hospedagem para duas pessoas em um hotel de luxo.

AEB – Quando é a viagem?

Pedro – Ainda não há uma data definida, pois a espaçonave ainda está em processo de certificação e passa por um período de testes. Depende da resposta da espaçonave a esses testes. A previsão é de que seja no início de 2014.

AEB – Você tem ideia de como será o voo?

Pedro – Sei que há um treinamento, que envolve um simulador dessa espaçonave e voos de caça. Imagino que terei que fazer testes físicos e exames médicos. Daqui até a viagem, ainda há um tempinho e muitas coisas para acontecer. O período do voo – uma hora -, será extremamente intenso. A espaçonave subirá e descerá muito rápido. Vou ultrapassar três vezes a barreira do som e ficarei, aproximadamente, cinco minutos em ambiente de microgravidade (sensação de gravidade zero).

AEB – O que você pretende fazer depois de se formar?

Pedro – Meu futuro ainda é meio incerto. Pretendo fazer um mestrado na área espacial. Não sei onde, se no Brasil, nos Estados Unidos ou em qualquer outro lugar. Quero trabalhar na área. Gosto de sistemas embarcados – que é fazer e projetar circuitos para sistemas aeroespaciais.

AEB – Em relação à questão espacial, como você vê o Brasil a alguns anos?

Pedro – Consigo ver os lados positivo e negativo de estar aqui e de estar lá fora. Uma das coisas que eu considero chave é burocracia brasileira, que atrapalha imensamente o projeto e o engenheiro. Há pessoas que estão lidando com projetos difíceis, que estão tentando fazer as coisas funcionarem e, ao mesmo, preciso desempenhar papel de administrador, assinar papelada, se envolver com a parte política. O engenheiro tem que se dedicar exclusivamente ao desenvolvimento do seu projeto. Outro fator negativo são os investimentos na área. Quando comparamos o Brasil com os EUA, a diferença é absurda. Os recursos dos projetos americanos são imensos, apesar do corte de gastos nos últimos anos. Penso que se o Brasil quiser fazer alguma coisa relevante na área e ter projetos ambiciosos, são necessários mais investimentos e o apoio da sociedade.

AEB – Qual é a lado positivo do Brasil nesse tema?

Pedro – O lado bom daqui é que o Brasil é um país muito bom de se viver. Nos Estados Unidos, no inverno, às 16h horas já está tudo escuro. As pessoas ficam desanimadas, o que acaba atrapalhando o desempenho nos projetos. O Brasil tem muita gente inteligente e competente querendo desenvolver o setor. Aqui, há muitas oportunidades para isso. A competição lá fora é muito grande. Há países que já são muito desenvolvidos na área. Os Estados Unidos são um exemplo. Quando voltei para dos EUA senti muito, porque o Brasil ainda é um país muito “cru” nessa área. Falo de coisas básicas, como o uso da internet para compras. O brasileiro ainda utiliza muito a caneta e o papel e pouco o computador. Isso tem de mudar o mais rápido possível. As coisas precisam ser menos burocráticas. Nos Estados Unidos, há muita burocracia do governo, mas é impressionante como tudo funciona pela internet, porque as pessoas precisam se dedicar ao trabalho. É com esse pensamento de dedicação que entra em questão o funcionamento das universidades americanas. Lá, há secretárias para alunos de doutorado e de mestrados, comida de graça. Tudo é feito para o estudante ter um ambiente propício para trabalhar e estudar.

domingo, 12 de maio de 2013

Marinha paraguaia estaria invadindo o Brasil e atirando contra PFs em apoio a contrabandistas


Um problema diplomático com invasão de território, e o que mais grave: uma acusação séria contra a Marinha do Paraguai, que estaria entrando no Brasil e dando cobertura a contrabandistas de cigarros e outros gêneros. As denúncias vão mais além: homens da instituição militar paraguaia estariam também atirando contra policiais federais brasileiro, gerando um conflito armado que pode acabar em uma grande tragédia. A matança pode ser inevitável, caso não haja uma providência imediata.

A revelação foi feita pelo advogado Ricardo Monteiro, de Cuiabá, que estava participante de uma audiência na 3ª Vara Criminal do Tribunal Federal de Curitiba, no Paraná, quando duas testemunhas – um delegado da Polícia Federal e um agente, também da PF – foram bem claros ao denunciar a invasão de território que vem acontecendo há algum tempo, sem qualquer providência das autoridades brasileiras.

Os fatos ocorridos na divisa do Brasil com o Paraguai revela a despreocupação das autoridades com os aspectos que envolvem a fronteira brasileira com os países vizinhos. Em Mato Grosso, não há efetivos para atuação na fronteira – em que pese a existência da Polícia Federal e do Batalhão de Fronteira do Exército em Cáceres. Na região, o tráfico de drogas da Bolívia impera e dita as regras. Estudos mostram que 80% da droga que sai da Bolívia passa por Mato Grosso.

A audiência aconteceu no dia 19 de abril. Nela, o agente da PF, Pablo Sperandio Lopes Moralez, em depoimento ao juiz da 3ª Vara de Curitiba afirmou que policiais da Marinha do Paraguai vinham dando apoio e proteção constantemente aos contrabandistas na região de fronteira de Guiará, entre o Brasil e o Paraguai, gerando um conflito, inclusive armado.


Logo em seguida, na mesma audiência sobre um processo aberto pela Justiça Federal para investigar e apurar quatro policiais federais acusados de formação de quadrilha, ocultação de origens ilícitas de valores e descaminho (contrabando), a segunda testemunha, o delegado da Polícia Federal Rodrigo Rodrigues de Freitas, confirmou o que o agente Pablo já havia denunciado.

O delegado Rodrigo foi bem claro em seu depoimento como testemunha. “A Marinha do Paraguai dá cobertura e apoio a contrabandistas, chegando a invadir o território brasileiro, até 200 metros das margens do Rio Guairá, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, em território brasileiro. E o que é mais grave: atiram contra os policiais federais brasileiros que combatem o crime organizado, financiado por contrabandistas internacionais”.

Atento às denúncias do delegado e do agente da Polícia Federal e de outras autoridades que estavam na audiência, o advogado brasileiro se levantou e falou sobre a gravidade das revelações. E fez uma representação, imediatamente, com o aval do juiz da 3ª Vara, para apuração das denúncias, com cópias para o Ministério das Relações Exteriores, para a Justiça Federal e para Procuradoria-Geral da República.

“Não dá para deixar passar uma coisa dessas. Foram denúncias sérias e graves feitas por dois homens que integram uma das instituições mais respeitadas deste País e do mundo. Invasão de território e tiros dentro de outro País é coisa séria e grave, que pode gerar um conflito diplomático sem precedentes caso as denúncias não sejam investigadas”, alertou o advogado Ricardo Monteiro.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Teste da bomba inteligente Nacional SMKB 82

SMKB 82

O programa da bomba inteligente SMKB está progredindo em um ótimo ritmo, ontem foi divulgado um vídeo no youtube mostrando os testes que a Força Aérea Brasileira vem realizando com a SMKB.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Força Aérea do Brasil e Paraguai realizam exercício de combate a ilícitos

A-29

Treinar pilotos e controladores na transferência de tráfegos aéreos desconhecidos. Esse é o principal objetivo da PARBRA III, exercício combinado entre a Força Aérea Brasileira (FAB) e a Força Aérea do Paraguai (FAP). As atividades iniciam-se na segunda-feira (06/05) e serão concentradas em Campo Grande (MS) e em Pedro Juan Caballero e Concepción, no Paraguai, com emprego de cerca de 20 aeronaves e 150 militares das duas Forças.

Segundo o Comandante do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA), Major Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior, o Brasil tem enorme interesse em apoiar e fazer intercâmbios como a PARBRA. "O crescimento da defesa aérea dos países vizinhos ajuda a manter a soberania aérea do Brasil", afirma.

Após reuniões de planejamento no Brasil e no Paraguai, o terceiro exercício entre os dois países trará como novidade o emprego dos radares táticos MRCS 403 da FAP. O treinamento vai permitir, futuramente, estabelecer um sistema de transferência de informações entre as defesas aéreas brasileira e paraguaia.

“A expectativa para a PARBRA III é grande porque vamos operar nossos novos radares em simulações de tráfico de ilícitos”, afirma o Comandante da 1° Brigada Aérea da Força Aérea do Paraguai (FAP), General Ramon Dominguez Gutter.

Exercício Conjunto

A FAB promove intercâmbios como este com países que fazem fronteira com o Brasil. Nesses exercícios, as Forças Aéreas desenvolvem canais de comunicação para que o tráfego identificado em um país tenha sequência após a passagem pela fronteira com o outro país. O objetivo é manter uma ligação permanente entre os órgãos de supervisão de defesa aérea dos países, treinando a estrutura existente.

 

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Versão Antiaérea do Blindado GUARANI é apresentado

GUARANI


Foi apresentada oficialmente durante a LAAD 2013, no stand da empresa Brasileira ARES Aeroespacial e Defesa S.A, um filme com a concepção artística da nova torre TORC-30 (Torre Remotamente Controlada para Canhão 30mm), um desenvolvimento do Centro Tecnológico do Exército (CTEx) em parceria com a ARES para o programa GUARANI.

A TORC-30 é uma  moderna torre de emprego dual (antiaéreo e terrestre) que utiliza o canhão Rheinmetall MK 30-2 ABM (Air Burst Munitions) de 30x173mm (o mesmo utilizado no IFV Puma) e, de acordo com Ricardo Azevedo, Diretor de Marketing da ARES, esta estação de armas estará equipada com o sistema de tiro já empregado na REMAX, também desenvolvida pela parceria CTEx e ARES.

Embora tenha capacidade antiaérea, a TORC-30 não terá um radar, o que reduz significativamente o peso da torre, dispensando a necessidade de pilares de reforços estrutural como os do Guarani equipado com a torre UT-30 BR, da Elbit-AEL. A TORC-30 também apresenta um perfil mais baixo que a torre israelense.

Este programa foi garantido com recursos do FINEP. Em 23/07/2012 o fundo liberou R$ 3.198.500,00 para o projeto e construção do protótipo, cujo canhão Rheinmetall deverá chegar ao Brasil durante o segundo semestre deste ano. O projeto e fabricação da torre TORC 30 tem previsão de conclusão em 2015.

sábado, 4 de maio de 2013

CASOP e BRVANT celebram início da operação de novo VANT

Cardeal 55

O Centro de Apoio a Sistemas Operativos (CASOP), da Marinha do Brasil, e a empresa Brasileira BRVANT Soluções Tecnológicas promoveram, no dia 11 de abril, um evento comemorando o início da operação da plataforma aérea BRV – Cardeal 55, realizado durante a Feira Internacional de Defesa e Segurança (LAAD).O CASOP recebeu nove dos dez drones encomendados.

Desenvolvidos em conjunto com a Marinha do Brasil, os drones podem ser operados em modo automático ou manual, com velocidade superior a 200 km/h. O CASOP utiliza-os para treinamento de controladores de drones e exercícios de tiro antiaéreo com os Fuzileiros Navais.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Helicóptero da Polícia Civil cai no Rio de Janeiro

helicótpero da Polícia Civil do Rio de Janeiro


Um helicótpero da Polícia Civil do Rio de Janeiro caiu as 16h desta quinta-feira (2) no Caju, na Zona Portuária do Rio, durante um treinamento. Segundo a Secretaria de estado de Segurança, cinco policiais ficaram feridos, um deles está em estado grave. Até as 16h40, não havia informações sobre a causa da queda e sobre o estado de saúde das outras vítimas.

Segundo informações da Polícia Civil, o helicóptero havia passado por manutenção recentemente. O Grupamente Aéreo da Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros do quartel do Caju foram para o local e, por volta das 16h30, um helicóptero do Batalhão de Operações Especiais (Bope) sobrevoava a região.

A aeronave ficou com a parte da frente parcialmente destruída e com a hélice para cima, como se o piloto tivesse feito um pouso forçado. A queda foi próxima ao estande de tiros do Centro de Treinamento da Polícia Civil.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Comandante da Marinha conhece novos equipamentos e minissubmarino do GRUMEC

GRUMEC

No dia 18 de abril, o Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto, visitou o Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC), na Ilha de Mocanguê Grande, em Niterói (RJ). Na ocasião, foram apresentados os novos equipamentos que serão empregados pelos Mergulhadores de Combate (MEC) durante a realização da Copa das Confederações e da Jornada Mundial da Juventude.

O Almirante-de-Esquadra Moura Neto, acompanhado do Chefe do Gabinete do Comandante da Marinha, Vice-Almirante Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Junior, foi recebido na Base Almirante Castro e Silva (BACS), pelo Comandante de Operações Navais, Almirante-de-Esquadra Luiz Fernando Palmer Fonseca; pelo Comandante-em-Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Sergio Roberto Fernandes dos Santos; pelo Comandante da Força de Submarinos, Contra-Almirante Glauco Castilho Dall’Antonia; e pelo Assessor-Chefe de Pessoal do Gabinete do Comandante da Marinha, Capitão-de-Mar-e-Guerra Carlos Eduardo Horta Arentz.

A visita, conduzida pelo Comandante do Grupamento de Mergulhadores de Combate, Capitão-de-Mar-e-Guerra Ítalo Gama Franco Monsores, teve início com a apresentação dos novos equipamentos adquiridos pelo GRUMEC. Entre eles, destacam-se o novo minissubmarino para a inserção dos MEC; utensílios para a desativação de artefatos explosivos; aparelhos especiais empregados nas abordagens não cooperativas em navios; equipamentos de mergulho de circuito fechado, que aumentam a discrição do mergulhador sem a emissão de bolhas de ar quando submerso e, ainda, fuzis de tiro de precisão, instrumentos de comunicação óticos e eletrônicos. Em seguida, o Comandante da Marinha visitou os demais departamentos da Organização Militar, como os Paióis de Embarcações e Mergulho, o Alojamento Operativo e, por fim, a Escoteria.